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quarta-feira, 23 de março de 2011

Gangs armados fazem 950 roubos

Ourivesarias e lojas de compra e venda de ouro, cafés, restaurantes, outros estabelecimentos. Carjackings ou sequestros em casa das vítimas, ataques violentos a portagens, bombas de gasolina, carrinhas de tabaco. E muitos também na via pública – sempre sob ameaça de arma de fogo. Ao todo, mais de 950 crimes, em 2010, participados à Secção de Roubos da Polícia Judiciária de Lisboa. Menos 250 do que no ano anterior. Foram apanhados 250 assaltantes; metade deles estão em prisão preventiva.
Nesta área, prender um assaltante, ou um grupo, significa muitas vezes resolver vários casos. Por norma, o mesmo grupo está em vários assaltos. Do total de processos entrados, a PJ concluiu e remeteu 20 por cento para o Ministério Público com proposta de acusação. Um balanço "francamente positivo", diz ao CM Luís Batista, coordenador da secção, tendo em conta as dificuldades que há em reunir prova contra a maioria dos grupos de assaltantes que atacam hoje em dia.

"Fazem de tudo para evitar serem identificados pelas vítimas e deixar vestígios." Ou seja, atacam encapuzados e raramente esquecem as luvas, não deixando impressões digitais nos locais dos crimes.

(...)

"Houve uma baixa da criminalidade, que se deveu a uma acção forte contra o crime violento em 2008 e 2009, o que permitiu nesses dois anos deter quase 500 indivíduos. Contribuiu também para esse facto a acção de prevenção levada a cabo por outras polícias – que foi importante na identificação de determinados criminosos".

"Mas a população também passou a ter uma atitude mais assertiva para se defender: o carjacking, por exemplo, passou a ser um crime quase residual. Há hoje mais cuidado no estacionamento dos veículos e no accionar dos alarmes."

Fonte: Correio da manhã , 16.03.2011

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