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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Casal desaparecido em Torres Vedras encontrado morto


O casal de sexagenários que desapareceu há quase duas semanas do concelho de Torres Vedras foi encontrado morto em Sintra, revelou, esta quinta-feira, fonte da Polícia Judiciária, que suspeita de um duplo homicídio.

Segundo fonte da PJ, os corpos de ambos, de 67 e 68 anos, foram descobertos em locais diferentes junto à Lagoa Azul, em Sintra, encobertos por vegetação, suspeitando-se de que terão sido vítimas de homicídio.

A descoberta foi feita pelas autoridades após o alerta dado por um cidadão que, segundo fonte da GNR, detectou um dos corpos e conduziu ao local a GNR e a PJ, que acabou por localizar o outro corpo a alguns metros de distância.

O casal estava desaparecido desde o dia 28 de Maio, dia em que deixou de contactar com a família.

Luís João Capela, filho do casal, disse à agência Lusa que foi o último familiar a falar com a mãe e o pai, de cuja casa de férias, na localidade de Casalinhos de Alfaiata, saiu cerca das 17 horas desse dia.

"Estavam bem", afirmou, acrescentando que foi a irmã que deu pela falta dos pais quando, no domingo, se deslocou à residência para almoçar e "encontrou a casa vazia", sem que os pais tivessem avisado de uma eventual ausência.

O caso continua a ser investigado pela secção de homicídios da Directoria de Lisboa e Vale do Tejo da Polícia Judiciária.

Uma vizinha do casal disse ter visto ao longe um homem estranho no pátio da casa a guardar algo no automóvel das vítimas.

Fonte: Jornal de Notícias, 09.06.2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Ingleses alertam para crime em Portugal

A morte do turista britânico Ian Haggath, aos 50 anos, já no Hospital de Faro e na sequência do assalto violento em que fora espancado a soco, em Albufeira, há cerca de duas semanas, levou as autoridades inglesas a lançarem um alerta a todos os turistas que viagem para o nosso país. "Estamos muito preocupados com a possibilidade de virem a acontecer mais ataques violentos contra cidadãos britânicos – pelo que estamos a levar este assunto muito a sério. Existe essa possibilidade, e estamos em contacto com as autoridades portuguesas."

O aviso partiu do Ministério inglês dos Negócios Estrangeiros e foi publicado em vários meios de comunicação britânicos. Com o Verão à porta, este pode ser um duro revés para o turismo.

Mas o homicídio de Ian Haggath é só o último de vários casos trágicos, com ataques violentos a estrangeiros no Algarve, que recebe a maior parte dos 1,6 milhões de britânicos que visitam o nosso país todos os anos. Os ingleses representam 22,5 por cento dos turistas que passam férias no Algarve.

"Estamos a acompanhar e a dar todo o apoio possível nos últimos casos que têm ocorrido em Portugal. Isto é uma espécie de alerta, estamos a avisar os ingleses para que tomem algumas precauções", disse ao CM uma responsável do Gabinete de Imprensa do referido Ministério britânico.

Ian Haggath, de férias com um amigo, foi atacado na rua, na madrugada de 14 para 15, quando regressava ao Hotel Janelas do Mar, em Montechoro. Foi espancado e os ladrões fugiram sem levar nada. Ian morreu no hospital, quarta-feira, não resistindo a fracturas nos ossos da cara e crânio e várias hemorragias.

Segundo as autoridades britânicas, a família da vítima está a receber apoio do Consulado, devendo o corpo seguir para Gateshead, em Newcastle, ainda esta semana.

Fonte: Correio da Manhã, 31.05.2011

Rapariga de 14 anos esfaqueada com x-acto por amiga

Uma rapariga de 17 anos agrediu na passada sexta-feira, em Mem Martins, uma jovem de 14 anos com um x-acto. A vítima foi atingida 17 vezes na cara, cabeça, peito e braços. Um jovem que assistiu à cena e tentou separar as duas raparigas foi também esfaqueado.

O caso ocorreu por volta das 22:00 de sexta-feira, quando um grupo de amigos saiu de um prédio em Mem Martins. Ao que tudo indica as duas menores vinham a discutir por causa de um telemóvel e a situação descontrolou-se quando chegaram à rua.

Uma das raparigas foi violentamente agredida com um x-acto. Um jovem de 21 anos que tentou ajudar a vítima também foi esfaqueado.

Os vizinhos chamaram o INEM. A vítima foi assistida no Hospital Amadora-Sintra e transferida para o Hospital Dona Estefânia, em Lisboa.

A atacante pôs-se em fuga, mas foi já detida pela Polícia Judiciária.

In TVI24, 29/05/2011

Mata à vassourada e apanha 16 anos

"Foi um crime violentíssimo. É difícil encontrar palavras para descrever um crime desta natureza", disse ontem, no final da leitura do acórdão, o presidente do colectivo de juízes do Tribunal de Valença, que condenou a 16 anos de cadeia Fernando Amaral, de 44 anos, que assassinou à vassourada Manuel dos Santos, de 63. Apesar de considerar que houve um "carácter sentimental" no homicídio, o tribunal não deu como provado que os dois homens mantinham uma relação homossexual.

"Vai ter muito tempo para pensar no crime hediondo que cometeu", referiu o juiz, dirigindo-se ao homicida confesso de Manuel dos Santos.

O crime aconteceu a 3 de Agosto do ano passado, no interior da residência onde Fernando Amaral vivia, em Arão, freguesia de Valença.

Os dois homens, que passaram todo o dia a beber entre Valença e Tui, em Espanha, envolveram-se numa discussão, depois de Fernando se ter recusado a manter relações sexuais com Manuel.

"Ele queria obrigar-me a ter relações sexuais e eu não aceitei. Fiquei nervoso e dei-lhe com a vassoura, mas foi para me defender, não era para o matar", confirmou o arguido em julgamento.

Ontem, o Tribunal de Valença deu como provado que Fernando Amaral espetou na boca de Manuel dos Santos parte do cabo de uma vassoura, depois de o ter agredido violentamente com o mesmo objecto. O colectivo considerou ainda provado que o homicida viu o amigo a agonizar durante duas horas e que, depois de este morrer, saiu de casa para ir a um café beber uma cerveja.

Fonte: Correio da Manhã, 01.06.2011

Criminalidade violenta e grave diminui 11,1% no primeiro trimestre


A criminalidade geral participada à GNR, à PSP e à PJ também desceu 4,5% face ao mesmo período de 2010.

Houve menos crimes violentos no primeiro trimestre de 2011 relativamente ao período homólogo de 2010. A criminalidade violenta e grave participada às forças de segurança diminuiu 11,1% nos primeiros três meses do ano, de acordo com a análise feita ontem numa reunião do Gabinete Coordenador de Segurança.

A análise da criminalidade participada às várias forças de segurança - GNR, PSP e PJ - revela ainda que no primeiro trimestre deste ano se verificou uma descida de 4,5% na criminalidade geral.
O recente fenómeno de furtos de ATM (caixas multibanco) com recurso a engenhos explosivos e possíveis estratégias de prevenção e investigação para combater este crime também estiveram em cima da mesa.

O Relatório Anual de Segurança Interna relativo a 2010 mostrava ainda que o número de assaltos a ourivesarias cresceu 20% face ao ano anterior e os assaltos à mão armada em residências 50% (de 440 para 683 casos).

O número de violações participadas também cresceu. Este tipo de crime subiu de 375 ocorrências em 2009 para 424 em 2010, o que representa um acréscimo de 13%.

Por outro lado, houve menos incidência de crimes como os assaltos a bancos, instituições de crédito ou farmácias. Nos assaltos a bancos e a instituições de crédito houve um decréscimo de 42% e nos assaltos a farmácias um decréscimo de 22% face ao ano anterior.


In Jornal I , 27/05/2011

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Oito homens enforcados por vários crimes

Oito homens foram, esta quinta-feira, enforcados em várias cidades do Irão, condenador por tráfico de droga, assalto à mão armada e homicídio. 

Segundo a agência IRNA, Mehdi Faraji foi enforcado em público em Qazvin, condenado pela morte de cinco mulheres.

Já em Chiraz, no sul do Irão, quando homens foram enforcados em público: dois por assalto à mão armada e rapto e os outros dois por violação.

Na prisão de Sari, dois homens foram enforcados por tráfico de droga e um outro homem foi enforcado na prisão de Behbahan pelo mesmo crime.

Segundo a AFP, sobe assim para 139 o número de execuções no Irão desde o início do ano.


Fonte: A Bola, 26.05.2011

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Desemprego e internet fazem disparar criminalidade na Europa

Segundo o relatório «Criminalidade Organizada na União Europeia» da Europol, o desemprego e a internet fizeram disparar a criminalidade na Europa desde 2009. O mesmo relatório coloca Portugal e Espanha entre os pontos estratégicos para a prática de actos ilícitos.

O documento revela que nos últimos dois anos a internet contribuiu largamente para o crime na Europa, que se vê confrontado com uma elevada taxa de desemprego. Consequentemente, aumentaram os grupos criminosos, com recurso a capacidades técnicas avançadas e informáticas, e as redes criminosas aproximaram-se.

Ainda de acordo com o mesmo relatório, o recurso a novas estratégias, como a utilização do transporte de passageiros para reduzir o fornecimento de material ilícito através de contentores, fretes aéreos e aeronaves ligeiras, veio aumentar o crime na Europa.

A Europol refere, ainda, que a crise fez com que as empresas se tornassem mais propensas à corrupção e com que as pessoas ficassem mais receptivas a ser recrutadas por criminosos, nomeadamente para o cultivo de cannabis e para correios de droga.

In A Bola , 06/05/2011